
Portefólio
Casamentos produzidos em Portugal
Uma seleção de trabalhos, de jardins de palácio a quintas de vinha e a terraços sobre o Atlântico.
Este portefólio reúne casamentos produzidos pela Event Boutique em Portugal: cerimónias em jardins históricos e capelas, jantares em salas forradas a azulejo, festas ao ar livre e programas que ocupam vários dias. Produzimos doze a quinze casamentos por ano, com cinquenta a duzentos e cinquenta convidados e programas de dois a quatro dias, em Lisboa, Sintra, Cascais, Algarve, Porto, Vale do Douro, Alentejo, Comporta e Madeira.
Todas as imagens são de casamentos reais que produzimos, e não de sessões encenadas. O que muda de um trabalho para o outro não é o estilo, é a escala e o terreno: uma cerimónia montada numa escadaria de jardim, um jantar debaixo de um teto pintado, uma festa que acaba de madrugada num pátio de arcadas. As nossas produções começam nos 70 000 € e a maioria dos casais investe entre 90 000 € e 250 000 €, valores que cobrem o casamento inteiro e não apenas o nosso serviço.
O que se vê nestes trabalhos
Boa parte destes casamentos aconteceu em propriedades históricas. Jardins de buxo recortado com uma escadaria barroca a servir de altar, colunas de hortênsia branca e gipsófila a marcar o corredor, uma estátua de mármore no nicho de pedra ao fundo. Num deles, o jardim botânico de um palácio de Lisboa está preparado para a cerimónia com a ponte 25 de Abril na linha do horizonte. Lá dentro, salas forradas a azulejo azul e amarelo, chaminés de pedra lavrada e galerias de teto pintado, onde a mesa comprida se monta ao fim da tarde.
Fora da cidade, o cenário muda de material. Um caminho de ciprestes até uma casa branca, filas de vinha ainda verdes e outras já com a cor do outono, um tanque de água centenário com ameias no meio de um pinhal, uma estufa vitoriana de ferro e vidro com as mesas do jantar montadas lá dentro. Aparece também um cabriolé vermelho antigo, que é o transporte dos noivos entre a cerimónia e o jantar quando a propriedade é grande.
Na costa o registo é outro: paredes caiadas com buganvília a cair sobre o pátio, um terraço branco no Algarve sobre os telhados da vila, rochas do Atlântico ao pôr do sol. E há a parte que só existe depois de escurecer, que é onde se percebe a produção — festões de luz num pátio de arcadas, velas altas ao longo da mesa, fontes de faíscas frias no relvado atrás da mesa do bolo e os convidados a dançar até tarde.
Cenários que se repetem, e o que cada um decide
| Cenário | O que se vê nas imagens | O que decide na produção |
|---|---|---|
| Jardim de palácio | Parterres de buxo, escadaria barroca a servir de altar, colunas de hortênsia branca e gipsófila, estátua no nicho ao fundo do corredor. | Cerimónia ao ar livre obriga sempre a um plano B coberto para chuva, e a hora marca-se pela luz da tarde e não pelo programa. |
| Sala de azulejo | Painéis figurativos do chão ao teto, chaminé de pedra lavrada, mesa comprida com velas altas e flores brancas. | O jantar acontece dentro de portas, a luz artificial passa a ser toda a atmosfera e o som tem de ser desenhado para a pedra e para o pé-direito. |
| Capela | Portal de pedra com colunas de rosas brancas, retábulo dourado, um raio de luz da tarde sobre o altar antes da cerimónia. | A hora da cerimónia religiosa é fixada pela paróquia, e o percurso entre a capela e o espaço do jantar entra no cronograma do dia. |
| Quinta de vinha | Caminho de ciprestes até uma casa branca, filas de vinha com a cor do outono, mesa comprida ao ar livre com as colinas ao fundo. | Funciona melhor como fim de semana: os convidados ficam alojados na propriedade e o programa estende-se por dois ou três dias. |
| Costa e terraço | Paredes caiadas com buganvília, terraço branco no Algarve sobre os telhados da vila, rochas do Atlântico ao fim da tarde. | O vento decide o que se pode montar junto à água: as estruturas e as flores são fixadas, e a cerimónia acompanha a hora da luz. |
| Estufa e tanque histórico | Estufa vitoriana de ferro e vidro com as mesas montadas lá dentro, e um tanque de água centenário com ameias, no meio do pinhal, a servir de cenário à cerimónia. | Espaços assim obrigam a medir tudo antes: o que entra pela porta, onde assenta o peso e por onde passa a eletricidade. |
Cada espaço tem os seus próprios limites de lotação, cozinha e horário de música. Esses números estão no catálogo de quintas, espaço a espaço.
O que as fotografias n ão mostram
Uma fotografia mostra o resultado e nunca o caminho. Do lado de cá, cada um destes dias começou muito antes: a escolha do espaço, que é a decisão que fecha mais cedo e condiciona todas as outras, a estrutura de orçamento e os contratos com os fornecedores locais.
Na semana do casamento a equipa está no local desde a véspera. A montagem de flores, luz e som precisa de meio dia, e num programa de dois a quatro dias a receção dos convidados que chegam de vários países começa logo no primeiro. Quem dirige o dia não pode ser alguém da família, porque essa pessoa não iria ao casamento.
É também por isso que este portefólio não está organizado por estilos. O que se repete de um casamento para o outro não é a paleta nem a escolha das flores, é o método: o mesmo planeamento, a mesma equipa no local e a mesma pessoa a dirigir o dia.
Perguntas frequentes
- Estes casamentos foram todos produzidos pela Event Boutique?
- Sim. As imagens desta página são de casamentos que produzimos em Portugal, do primeiro briefing ao fim da festa. Não publicamos trabalho de terceiros nem sessões encenadas.
- Porque não há nomes dos casais nem datas?
- Porque a discrição faz parte do serviço. As imagens são publicadas sem nomes, sem datas e sem identificar convidados. Para quem está a decidir, o que interessa é o espaço, a escala e o modo como o dia foi conduzido, e isso lê-se sem legenda.
- Quantos casamentos produzem por ano?
- Doze a quinze, com 50 a 250 convidados e programas de dois a quatro dias. O número é limitado de propósito: em cada casamento está a mesma equipa, e a direção no local é sempre nossa.
- Quanto custa um casamento como os que aparecem aqui?
- As nossas produções começam nos 70 000 € e a maioria dos casais investe entre 90 000 € e 250 000 €. O valor cobre o casamento inteiro — aluguer do espaço, catering, flores, som e luz — e não apenas o nosso serviço. Para referência, a média nacional de um casamento para 100 convidados situa-se entre 15 000 € e 25 000 €, com 60 € a 130 € por convidado entre espaço e catering.
- Em que regiões e em que línguas trabalham?
- Lisboa, Sintra, Cascais, Algarve, Porto, Vale do Douro, Alentejo, Comporta e Madeira. Trabalhamos em português, inglês e russo, e nos casamentos com convidados de vários países a informação prática é enviada na língua de cada grupo.
- Com quanto tempo se reserva uma data como estas?
- Doze a dezoito meses é o intervalo habitual. Para casamentos de época alta, entre maio e outubro, dezoito a vinte e quatro meses é o ideal para garantir os espaços preferidos. Os espaços com cozinha própria e alojamento fecham primeiro, porque servem um casamento por fim de semana e não mais.
Falar sobre o vosso casamento
Se algum destes cenários se aproxima do que têm em mente, digam-nos a data, o número de convidados e a região. No primeiro contacto conseguimos dizer o que é possível nesse enquadramento, antes de qualquer proposta formal.
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